Por uma economia 
transformadora

Anamaria 
Schindler
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é Diretora de Integração Global da Ashoka. Antes disso, foi copresidente Global da instituição de 2005 a 2008, e dirigiu o Instituto Arapyaú de 2008 a 2011  

Empreendedores sociais, por definição, geram impacto social positivo. O termo surgiu na década de 80. De lá para cá, são 40 anos de evolução e desenvolvimento de um campo que agregou impacto social à atuação empreendedora.


Há uma correlação direta entre empreendedorismo social e fortalecimento da sociedade civil. Empreendedores sociais abordam as principais causas dos problemas sociais, para romper com estruturas estabelecidas e gerar mudanças sistêmicas. Existem vários exemplos de transformação de modelos sociais e sistêmicos nas últimas décadas: políticas de raça e de gênero, marco regulatório da internet, comércio justo, economia solidária, economia circular, para mencionar alguns. Tais mudanças ocorreram majoritamente com capital filantrópico, de fundações internacionais e nacionais, por meio de doações.  Empreendedores sociais fazem isso criando novas áreas de atuação, construindo relacionamentos onde antes não existiam, oferecendo às pessoas novas funções e ajudando-as a enxergar oportunidades de maneira diferente.

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