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beleza de impacto

O aumento da busca por produtos para cuidado da pele nos últimos 18 meses impulsionou como nunca marcas com práticas sustentáveis e inclusivas. Conheça seis histórias de empreendedoras que estão fazendo bonito no segmento

A máscara de cílios deu lugar à de proteção quando a pandemia do novo coronavírus impôs novos hábitos mundo afora. Quem pôde trabalhar no home office, em muitos casos, abriu mão da make nossa de cada dia, que acabou, digamos, em segundo plano. Assim, base, blush e batom ganharam a companhia de produtos para cuidados com a pele nas gavetas do banheiro. Seja para levantar a autoestima no momento diário de skincare, seja porque o período a partir de março de 2020 não vem sendo fácil. Nesse movimento, empresas que fabricam e vendem produtos de cuidado com a pele ganharam espaço nos sites, nas redes sociais e nas lojas físicas.

 

“Enquanto outros segmentos de beleza patinavam durante a pandemia, o setor de produtos para a pele crescia. Esse sucesso vai se manter nos próximos anos, impulsionado por produtos adaptados à vida pós-pandêmica e por marcas que já atendem, de forma genuína, às demandas únicas de cada grupo étnico, gênero e faixa etária”, afirma Bruna Ortega, diretora de contas e especialista de beleza na WGSN, empresa de tendências de comportamento e consumo.

Em um evento recente promovido pela Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) para refletir sobre as principais tendências e demandas do segmento, um painel que reuniu institutos de pesquisa e grandes marcas de beleza concluiu, segundo a entidade, que “existe uma busca crescente do consumidor por empresas éticas, produtos sustentáveis e informações baseadas em ciência”.

De alguns anos para cá e, especialmente, com a pandemia, o consumidor “acordou” para a necessidade de buscar produtos que sejam bons para sua saúde e para o meio ambiente – porque um está ligado ao outro. Também passou a procurar por itens que tenham a preocupação de se dirigir a ele, como os oferecidos por empresas que produzem itens específicos para negros.

Ainda na Semana Abihpec de Mercado 2021, dados apresentados pelo Instituto Qualibest mostraram que apenas 24% dos consumidores consideram que alguma marca trabalha o tema “diversidade” de forma adequada – reforçando o potencial que esse mercado tem para ser explorado.

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