Fintechs
de futuro

Uma década após o surgimento das primeiras startups financeiras, o setor vive um novo cenário — mais regulado e, por isso mesmo, mais competitivo. Conheça as novas regras do mercado de fintechs e as tendências que vão dominar o setor no próximo ano

Ninguém sabe ao certo quando aconteceu o Big Bang que criou as primeiras startups de serviços financeiros. Mas a expansão do universo das fintechs — um fenômeno que gerou mais de 600 empresas dessa natureza no país (são 604, segundo o Radar FintechLab, e 697, para a ABFintechs) — teve início nos idos de 2010, com o surgimento de estrelas como o Nubank e o GuiaBolso. “Era uma fase experimental, na qual os empreendedores ainda buscavam descobrir como usar a tecnologia para revolucionar o tradicional mundo das finanças”, diz Bernardo Pascowitch, diretor da ABFintechs, que representa 300 marcas do setor. 


Esse cenário começou a mudar em 2014. Naquele momento, já estava claro quais seriam as áreas promissoras para os empreendedores: meios de pagamento, bancos digitais e concessão de crédito eram as principais. A partir dali, uma verdadeira constelação de fintechs ocupou — e, em alguns casos, transbordou — esses nichos. Hoje, as empresas de pagamentos digitais são as mais numerosas: são 151 marcas (segundo o Radar FintechLab), ou 29% das fintechs do país. As iniciativas voltadas aos empréstimos, que ocupam o segundo lugar no ranking, correspondem a 18% do total. Em terceiro lugar, ficam as fintechs de gestão financeira, com 17%.

Gostou? Para ter acesso a essa reportagem completa e ao conteúdo integral da edição,
acesse a Pequenas Empresas & Grandes Negócios pelo aplicativo Globo+, que está disponível na Google Store e na iTunes Store. 

GoogleStore.png
AppStore.png
Logo-Novo-Finalizado---Sem-fundo.png