Negócios que fazem história

A loja de aviamentos passada de mãe para filha, a adega decorada com poesias, a casa que vendia querosene para lampiões, o empreendedor que cresceu entre sacos de feijão, a vendedora de relógios que dava conselhos e o criador da coxinha mais famosa da cidade. Confira os retratos que contam um pouco da evolução do comércio de São Paulo

Compartilhar histórias e preservar as lembranças de pessoas comuns é a essência do Museu da Pessoa, iniciativa criada pela historiadora Karen Worcman em 1991. “Porque cada história de vida importa”, diz a fundadora. “Reunir relatos de pessoas anônimas e dar a elas voz e relevância foi o ponto de partida para colocar de pé a nossa iniciativa.” Mais tarde, o museu decidiu voltar sua atenção para os donos de negócios que fazem parte da história do estado de São Paulo, no projeto Memórias do Comércio, desenvolvido em parceria com o Sesc-SP. “Em nossas pesquisas, descobrimos que ninguém estava reunindo e organizando narrativas desse segmento. Achamos que seria uma oportunidade de fazer esse registro.” As entrevistas com os fundadores compõem uma linha do tempo do comércio no estado de São Paulo. “Conseguimos mostrar a evolução dos estabelecimentos, das embalagens usadas, da gestão dos empreendedores e dos hábitos de consumo”, afirma Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc-SP. Ao todo, foram entrevistados 264 comerciantes e reunidas mais de
2 mil imagens. Confira a seguir uma seleção com algumas das imagens e personagens mais representativos do projeto.

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