Lives: vale a pena?

André Siqueira

é cofundador da Resultados Digitais, especializada em desenvolvimento de software de marketing e vendas para PMEs

Se você abrir o seu Instagram hoje por volta das 19h, é bastante provável que esteja disponível um vasto cardápio de lives. Tem conteúdo para diferentes gostos: treinos de ginástica, shows musicais, aulas sobre temas diversos, entrevistas, cenas de bastidores e por aí vai. Mas por que isso acontece? Faz sentido sua empresa pensar nesse tipo de tática?

No último RD Summit, uma tendência que ficou evidente é a humanização das marcas. E as lives ajudam muito para alcançar esse objetivo. Há alguém ali apresentando, há um rosto criando uma conexão humana. Há a possibilidade de interação nos comentários. Há um ambiente confortável, com todo mundo em casa. Isso tudo aproxima e cria um relacionamento que tem potencial para se converter em vendas.

Num momento em que a maior parte das pessoas está em casa de olho na TV, no celular e no computador, faz sentido pensar uma estratégia baseada em lives. Mas é preciso ter bem claro qual é o objetivo principal desse tipo de ação. As lives servem para fortalecer o relacionamento com o cliente, para que em outro momento isso possa facilitar as vendas. É difícil monetizá-las: se você tentar vender o seu produto o tempo todo, a transmissão fica chata e as pessoas vão embora. Se a intenção for vender patrocínios ou algo assim, é preciso uma audiência grande, e isso só artistas ou influenciadores conseguem.

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