Teste definitivo

Amure Pinho

é investidor-anjo e presidente da Associação Brasileira de Startups (Abstartups)

O ano de 2020 começava acelerado. Já nos primeiros dias, após um aporte internacional, a Loft se tornava o décimo-primeiro unicórnio brasileiro – e a startup a alcançar mais rapidamente esse status na história do país. Mas a expectativa de um ano repleto de unicórnios deu espaço a uma crise inesperada de impacto global, que mudou completamente a ordem do tabuleiro dos negócios. Se, para algumas startups, a demanda nunca foi tão alta, para outras o cenário se inverteu e a procura pelas suas soluções foi a zero.

No universo das startups, uma regra é clara: você precisa aprender a se adaptar rapidamente para crescer. Empresas desse universo fazem isso diariamente, transformando o seu produto até que ele se encaixe como uma luva na dor do cliente. Essas mudanças podem ser apenas pequenos ajustes, ou indicar uma nova direção. Uma crise pode mudar tudo – inclusive para melhor.

Foi o que aconteceu com Sandro Wuicik, da Market4u. A startup oferecia estações automatizadas para ciclistas dentro de condomínios, mas logo ele percebeu que os snacks saudáveis atraíam mais os moradores do que os itens para esportistas. Decidiu aproveitar o acesso aos prédios para aumentar a oferta de produtos por meio de vending machines, criando uma espécie de mercado de autoatendimento dentro de condomínios. A primeira estação desse tipo foi lançada em fevereiro, semanas antes de a pandemia chegar ao Brasil. Com o início do isolamento social, as bicicletas ficaram paradas, mas as vendas dos mercados – que operam sem funcionários – cresceram tanto que, desde o início da crise, a startup já inaugurou 45 novas estações. 

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