Quarentena e produtividade

Fernanda Lopes de Macedo Thees

é fundadora da Loite, empresa especializada no desenvolvimento de profissionais

Tem mais de dois meses que estou em casa, com meu marido e filhas, mantendo tudo sob controle (na medida do possível), mas me sentindo meio culpada... Onde está minha energia para fazer as mil lives que todos estão fazendo, os textos que ajudam as pessoas a serem mais produtivas, os projetos de casa e de trabalho que eu tinha planejado para a quarentena? 

Nesse momento, penso também nos empreendedores. Onde conseguem energia para implementar novas soluções, lidar com mudanças de direcionamento quase diárias, decidir como gerenciar os colaboradores, e redefinir seus produtos ou serviços para que tenham mais chance de sair dessa fase ainda com uma empresa em funcionamento? São muitos desafios.

Estudo comportamento humano há muito tempo. Nessa quarentena, tenho ouvido vários livros – e também assistido a palestras – da pesquisadora Brené Brown [mais conhecida pela TED Talk “O poder da vulnerabilidade”]. Em um capítulo que ouvi nesta semana, ela falava sobre como as pessoas reagem de forma diferente ao estresse. Os termos que ela usa, em inglês, são over-functioning e under-functioning, ou seja, algumas “funcionam demais” e outras “funcionam de menos” quando estão lidando com mudança, adaptação, incertezas. 

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