O rei dos hot dogs

Ex-camelô que abriu quase 50 franquias de cachorro-quente
no metrô de SP também oferece o lanche por delivery

José Ricardo da Silva, hoje com 41 anos, tinha apenas 18 quando saiu de Aracati, no Ceará, e desembarcou em São Paulo. Sem recursos para empreender, foi vender frutas com o sobrinho, Sávio da Silva Souza, nas imediações da estação Artur Alvim, na linha vermelha do metrô paulista. Em 2002, eles souberam de um quiosque que andava mal das pernas na estação Corinthians-Itaquera. Resolveram vender o carro que tinham e usar as economias para investir no negócio e entrar no mercado formal. O ponto ganhou o nome de Corujão, oferecendo café, pão de queijo e hot dog até a madrugada.

Quando o primeiro quiosque começou a dar retorno, eles compraram outro que estava no prejuízo, na estação Carrão, também na linha vermelha. Em seguida, mais um na estação Santana, na linha azul. As unidades, que levaram o nome de Café e Cia e Pizza Express, não seguiam nenhum padrão. “Pegávamos quiosques detonados, transformávamos no que a gente acreditava que daria certo e fazíamos acontecer. Eu já tinha entre 12 e 15 quiosques quando criei a Monster Dog”, diz Silva.

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