O melhor amigo do cachorro

O mercado pet foi um dos fenômenos da pandemia. Enquanto outros setores do varejo amargaram quedas de vendas de até 80%, as pet shops se mantiveram fortalecidas. A redução na frequência das lojas (que seguiram abertas, mesmo na quarentena) foi em boa parte compensada pela explosão dos pedidos online. A Zee.Now, braço digital da Zee.Dog, registrou um aumento de receita de 95% no mês de março, e segue crescendo de 10% a 15% ao mês desde então. “Eu acho que o ser humano não estava preparado para esse tipo de afastamento um do outro, de maneira tão radical”, afirma Thadeu Diz, 39 anos, diretor criativo e um dos fundadores da Zee.Dog. “Então todo mundo experimentou algum nível de ansiedade, depressão, melancolia. E o animal se transformou em um pilar emocional para as pessoas.” A conexão afetiva fez com que o consumidor recorresse aos aplicativos para comprar acessórios, caminhas e brinquedos. Sorte da Zee.Dog, que arrebatou um investimento de R$ 100 milhões em julho e agora planeja lançar uma loja-conceito de 600 m2 em São Paulo. “A Temple Dog não vai ter como objetivo vender produtos, e sim conectar as pessoas e seus cachorros. Essa é a nossa essência.”

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