Sem floreios

Com mudança de estratégia e resgate das origens, a Flores Online volta a crescer — a próxima meta é captar R$ 40 milhões para expansão

Quando a Flores Online começou a vender seus arranjos, no final da década de 90, a conexão discada ainda era a principal forma de acesso à internet no Brasil. O negócio prosperou, mas com a chegada da concorrência orientada por tecnologia, passou por maus bocados. Em 2017, Luiz Torres, fundador da Isabela Flores, uma das concorrentes, viu a oportunidade de adquirir o negócio e dar novo fôlego à loja virtual. Luiz é o atual CEO do Grupo Flora, que detém as duas marcas. O plano tem funcionado: a projeção de crescimento de 30% para 2019 foi alcançada no primeiro semestre — em grande parte impulsionada pelo novo site da empresa, preparado para o mobile. O faturamento estimado para 2019 é de R$ 35 milhões.

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