Um projeto digital para o Brasil

Dobrar o tamanho do Porto Digital, alcançar uma receita de R$ 3 bi-
lhões e transformar Recife na capital de tecnologia do Brasil. As metas estabelecidas por Pierre Lucena ao assumir, em agosto, a presidência de um dos maiores parques tecnológicos do país, são ambiciosas. 


Mas o professor de 48 anos vai além: quer trazer ao mundo mais três unicórnios. “Estamos prontos para dar esse salto”, diz Lucena. Mas, para que isso aconteça, terá de superar um entrave que impede o crescimento do parque — e de todo o ecossistema tecnológico brasileiro: a falta de mão de obra especializada em  novas tecnologias. Dentro do Porto, as estratégias para suprir essa demanda já começaram. Mas Lucena também tem um plano para resolver a questão da falta de expertise e colocar o Brasil ao lado das potências tecnológicas mundiais. “Precisamos de um projeto nacional de formação em tecnologia, que reúna governo, empresa e universidades. Se não fizermos isso agora, nunca vamos alcançar o nível de competitividade dos gigantes da inovação.”

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