tropeços que ensinam

Eduardo Henrique, 43 anos, CEO da Wavy Global, do Grupo Movile

“Comecei minha trajetória de empreendedor como fundador de uma pequena empresa de desenvolvimento de software, em 1998. Dez anos depois, me juntei ao Fabricio Bloisi para formar a Movile. E, desde 2018, sou CEO da Wavy Global, empresa do grupo Movile que cria conversas com os clientes de forma automatizada. Nesses 32 anos, passei por dois grandes tropeços, que me trouxeram aprendizados importantes. O primeiro foi em 2002, quando minha primeira empresa, a Infosoftware, teve todos os seus computadores roubados. No mesmo ano, o dólar foi a R$ 4 e os clientes sumiram. E aí eu decidi vender a empresa para um investidor. Só depois fui descobrir que ele era um estelionatário. Tive de demitir quase todos os funcionários e arcar com uma dívida de R$ 300 mil. Mais tarde, já na Movile, tivemos problemas por conta da crise financeira de 2008. Para colocar o caixa em ordem, tivemos de demitir mais de um terço dos funcionários. O problema é que tínhamos levantado muito capital, mas a empresa estava gastando mais do que faturava. Foi só depois dessa crise que começamos a focar mais em lucratividade e controle de gastos. Passamos a ser uma empresa madura, que investe em inovação, mas também dá lucro no curto prazo. Isso nos ajudou muito durante a crise atual. Muitas empresas que focam apenas em inovação estão morrendo. O nosso negócio é sustentável.”

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