Lucro sim, mas com propósito

Os novos empreendedores sociais criam soluções ousadas e eficientes que, se fossem replicadas, seriam capazes de resolver os problemas do país

Janine Rodrigues, 38 anos, se apoiou na literatura para levar conceitos antibullying e antirracismo para crianças de 400 escolas brasileiras. Wilson Costa, 25, desenvolveu uma tecnologia que custa R$ 550 e é capaz de transformar a água da chuva, abundante na região Norte do país, em água potável para os moradores desassistidos pelo poder público. Fernando Assad, 36, apostou no combate às más condições de moradia em um bairro da Zona Sul de São Paulo com reformas de baixo custo que já melhoraram a vida de 6 mil pessoas. Os três personagens que participam desta reportagem de capa de PEGN fazem parte de um movimento que ganhou força no Brasil desde o começo da década: o empreendedorismo de impacto. Aliando a vontade pessoal dos empreendedores em transformar o mundo com uma necessidade comum a qualquer empresa, o lucro, esses negócios formam um segmento emergente e que se torna a cada ano mais diversificado e sofisticado.


Em um país tomado por problemas sociais e ineficiências estruturais, há muitas opotunidades para empreendedores com ideias inovadoras de produtos e serviços em áreas básicas, como saúde, educação, habitação e microcrédito. Ganha quem cria soluções que, caso sejam replicadas em larga escala, têm o poder de resolver alguns dos problemas mais graves do Brasil. Nos últimos anos, muitos empreendedores têm se voltado para segmentos como mobilidade urbana, emprego, cidadania e gestão das contas públicas. “Destaco também o surgimento de negócios com foco em impacto ambiental, num momento em que ocorrem discussões urgentes envolvendo temas como clima, aquecimento global e economia das florestas”, diz Lívia Hollerbach, cofundadora da Pipe.Social, um dos mais importantes hubs de empreendedorismo de impacto do país.
 

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