a vida dentro

da bolha

Com a pandemia, as empresas voltadas para condomínios residenciais viraram a bola da vez. Conheça os novos modelos de negócios e saiba 
como ganhar dinheiro com esse nicho

Para quem cumpre as recomendações de ficar em casa e manter o distanciamento social, tarefas como ir à feira, visitar uma loja de conveniência ou participar de assembleias de condomínio deixaram de ser triviais. Os novos hábitos de isolamento — seguidos por pouco mais de um terço da população brasileira, de acordo com estimativa da empresa de tecnologia In Loco — impulsionaram o crescimento de negócios dedicados a melhorar a rotina de moradores de condomínios residenciais. Trata-se de um nicho que já estava em expansão nos últimos anos, mas que ganhou impulso com a pandemia. 
  O apelo para os empreendedores não se resume ao tamanho desse mercado: hoje há cerca de 65 mil condomínios, entre residenciais e comerciais, apenas no estado de São Paulo, segundo o Sindicato da Habitação (Secovi). Ter um público cativo também é um atrativo importante. “O custo de captação e a rotatividade do consumidor tendem a ser menores dentro dos condomínios”, afirma Fabio Barrionuevo, gestor estadual de startups no Sebrae de São Paulo.

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