a retomada dos  negócios

Empreendedores dos setores de alimentação, varejo, fitness e beleza precisam se adaptar às regras da reabertura

O ritmo da reabertura dos negócios no país varia de cidade para cidade. Cada município está traçando suas próprias estratégias, baseadas no número de infectados e de óbitos, na disponibilidade de leitos em UTIs e ainda em fatores econômicos. As regras também podem ser um pouco diferentes de acordo com o governo local. O que todos os municípios têm em comum é a preocupação de criar protocolos e compartilhá-los com os empresários. Essas boas práticas vêm sendo definidas com base em recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e de experiências de países da Ásia e Europa, que estão à frente do Brasil no processo de adaptação ao “novo normal”. “Teremos, cada vez mais, de usar a criatividade para gerar soluções que evitem a contaminação”, afirma Percival Maricato, presidente da Abrasel-SP (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). Ele lembra que o setor já segue rígidos padrões sanitários e está sujeito a fiscalizações rigorosas — que devem ficar ainda mais frequentes.

O retorno às atividades no espaço físico também traz muitos desafios para o varejo. “O comércio tem de se recuperar, mas reforçamos que, em primeiro lugar, vem a saúde”, diz Kelly Carvalho, economista da Fecomércio-SP. Também na área de beleza, é preciso se adequar aos protocolos de segurança com dedicação e vigilância. “Os profissionais precisam se proteger com EPIs, assim como os clientes. E cabe a estes ajudar a fiscalizar se os cuidados estão sendo tomados”, afirma José Augusto, presidente da Associação Brasileira dos Salões de Beleza, outro setor em plena transformação pós-covid. Para Richard Bilton, presidente da Associação Brasileira das Academias (ACAD), olhar o exemplo de quem já reabriu no exterior é essencial: “O sucesso do retorno vai depender do nível de segurança que vamos passar ao cliente”, diz. Confira a seguir as principais medidas para uma reabertura consciente em quatro setores: bares e restaurantes, varejo, salões de beleza e academias.

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