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MELHOR MICROFRANQUIA

MARIA BRASILEIRA

Digitalização e treinamento impulsionam nova fase da rede, que conta com banco próprio e prevê lançamento de app

A rede de multisserviços de cuidados residenciais e corporativos Maria Brasileira está diferente. O novo logo – nas cores verde, amarelo e azul e com a ideia de passar proteção e cuidado para uma pessoa sob um telhado –, lançado em fevereiro de 2022, foi o primeiro sinal. “Não é só uma mudança visual ou de uma linha de comunicação. É mostrar que [a marca] mudou”, afirma o sócio Eduardo Pirré, 32 anos. “A primeira não existe mais; hoje é outra empresa, e esse era o momento de fazer a transição.”

A Maria Brasileira, que nasceu em 2012 com Eduardo e seu sócio Felipe Buranello, 34 anos, em São José do Rio Preto (SP), cresceu. Ganhou mais uma sócia, Juliana Pitelli, e chegou a 355 cidades em 2021, estando presente em 25 estados e no Distrito Federal, faltando somente desembarcar no Amapá. Parte importante dessa expansão está no formato home-based. Em projeto-piloto desenvolvido por um ano, ele havia sido validado no fim de 2019, poucos meses antes da pandemia. Quando o vírus da covid-19 começou a circular no país, e o serviço de limpeza foi caracterizado como essencial – com as unidades permanecendo abertas –, modelos enxutos o suficiente para o trabalho em casa impulsionaram o aumento da rede.

Veio aí também a alavanca para a digitalização, que já estava entre os principais objetivos da empresa. Boa parte das vendas era realizada por WhatsApp, e-mail e telefone. Em junho de 2018, os serviços de limpeza e de passadeira começaram a ser comercializados também pelo site da Maria Brasileira. “Houve um posicionamento digital mais forte nos canais online.”

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