Entre a Marvel 
e a realidade

Cássio Aoqui  

é mestre em administração (FEA-USP), professor de inovação e empreendedorismo social na FIA (Fundação Instituto de Administração) 
e sócio-fundador da ponteAponte

A cena é clássica: braços cruzados, peito estufado, olhar fixo no horizonte, seguro de si e do futuro da humanidade. Pode ser a imagem de um dos Vingadores, ou um dos mutantes do X-Men. Agora imagine que, no lugar da tela do cinema, está uma capa de revista, e quem ilustra a cena é o empreendedor social da vez. Saem de cena a força de mil homens e o controle da mente, e entram em seu lugar poderes como a inovação disruptiva, a escalabilidade e a capacidade de gerar lucro com impacto.


O mais curioso é que costuma haver um padrão entre esses empreendedores sociais que adornam capas de revistas, ao menos entre os que mais admiro: eles próprios não se reconhecem no status de herói iluminado. Conseguem lidar com as pressões geradas por um arquétipo quase irresistível, e até tiram proveito disso, mas sem se iludir.

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