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A retomada dos negócios de turismo no Brasil ganha novo fôlego com o arrefecimento da pandemia no horizonte. Veja a história de seis empreendedores

Teve quarentena, segunda onda, ômicron, abre e fecha, dias pavorosos, dias de esperança, escalada da inflação, gasolina nas alturas e tudo aquilo que você já sabe de cor. Mas nada que tenha tirado a vontade do brasileiro de viajar – e sobretudo agora, com o arrefecimento da pandemia no horizonte (bate na madeira).

De acordo com a Braztoa, entidade que representa as operadoras de turismo brasileiras, essas empresas faturaram R$ 7,1 bilhões em 2021. É um resultado 77,3% melhor que o de 2020, o ano em que quase ninguém saiu de férias – pelo menos não como gostaria –, embora 54,8% pior que o de 2019. Já as viagens de avião intermediadas pelas operadoras cresceram 124% no ano passado (aumento de 14,2% em relação a 2019), totalizando 7,1 milhões de passageiros embarcados.

Os números mostram que as agências de turismo ainda não voltaram aos patamares de antes da pandemia, que fez o faturamento delas retroceder a níveis dos anos 1980. Mas já se assemelham ao registrado em 2010.

Boa parte da retomada até aqui é creditada a um efeito colateral positivo: por culpa dos entraves ao turismo internacional, os brasileiros parecem ter abraçado os destinos locais. Não à toa, o hotel Canto do Irerê, em Atibaia, no interior de São Paulo, ficou lotado em todos os finais de semana desde a inauguração, em dezembro de 2020. E olhe que os donos cogitaram vendê-lo, com receio de que não fosse aparecer quase ninguém (leia mais sobre o empreendimento e outros que sobreviveram à pandemia nas próximas páginas).

A Agência Nacional de Aviação Civil, a Anac, divulgou que 5,5 milhões de viajantes foram transportados em voos nacionais em fevereiro deste ano, o que representa um salto de 28% em relação a 2021. O órgão também anunciou que em janeiro – no auge das férias de verão, portanto – os aeroportos do país registraram 7,5 milhões de embarques nacionais. Representa um aumento de 22% na comparação com o mesmo mês do ano passado. “Essa movimentação gera impacto positivo e aponta para o resgate gradual do turismo brasileiro”, comemora Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA). “O setor tenta sair da depressão causada pela covid-19 há dois anos.”

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